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domingo, 8 de dezembro de 2013

Crazy Taxi - Análise



Fabricante: Hitmaker (versão Arcade) e Acclaim (versçao Dreamcast)
Distribuidora: Sega
Gênero: Corrida /  Ação
Lançamento: Arcade:1999 Dreamcast: 24 de Janeiro de 2000
Plataformas: Dreamcast e Arcade (posteriormente relançado para PSP, Playstation 2, Gamecube, PC e Zeebo)
Número de jogadores: 1 (um)


Trailer


   Mentalizem a [emocionante] rotina de um taxista: Acordar cedo, escovar os dentes, tomar um café e ir até seu carro, ligá-lo e dirigi-lo até seu ponto onde pacientemente aguardará por passageiros nada divertidos, que variam entre pessoas estressadas, atrasadas, caladas e/ou turistas chatos. Esse mesmo taxista ao longo de sua carga horária de trabalho se revezará entre duas atividades principais: dirigir em uma cidade que ele mesmo já está de saco cheio de ver, enfrentando congestionamentos e todos os tipos de frustrações que o trânsito nos oferece; e jogar emocionantes partidas de dominó com os outros taxistas em seu tempo livre, após isso o taxista há de voltar para sua casa, tomar um banho, comer alguma coisa [muito raramente a esposa] e provavelmente dormir no sofá assistindo à novela das oito, para no outro dia acordar cedo e começar tudo de novo, certo? Não em Crazy Taxi !

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Resident Evil 3: Nemesis - Análise


Produtora: Capcom
Distribuidora: Capcom
Lançamento: 22 de Setembro de 1999
Gênero: Survival Horror
Número de Jogadores: 1 (um)
Plataformas: Playstation, PC, Dreamcast e Gamecube

TRAILER
S.T.A.R.S. !

   Lançado primeiramente no Japão com o nome original de Biohazard 3: The Last Escape, o terceiro título da respeitada franquia Resident Evil surgiu para dar um destino final ao "pequeno incidente" em Raccoon City. Originalmente sendo lançado para Playstation e posteriormente para PC, Dreamcast e Gamebube, a história do jogo começa exatamente 24 horas antes do segundo jogo da franquia, um dos clássicos dos video games: Resident Evil 2, e termina um dia após os eventos do segundo jogo.
   Durante o gameplay o jogador controla uma das protagonistas do primeiro jogo da série que se passou na gigantesca mansão, Jill Valentine, que dessa vez precisa usar de toda sua experiência com eventos "incomuns" para fugir de uma vez por todas desse infinito pesadelo chamado Raccoon City, porém a já conhecida Corporação Umbrella criou uma experiência parecida com o Tyrant do Resident Evil 2, e também a base do T-Virus, chamada Nemesis, que é programado para eliminar todos os membros da S.T.A.R.S. que sobreviveram ao "incidente da mansão", sabem para manter o sigilo da corporação.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Resident Evil 2 - Análise


Produtora: Capcom
Distribuidora: Capcom
Lançamento: 29 de Janeiro de 1998
Gênero: Survival Horror
Número de jogadores: 1
Plataforma: Playstation, PC, Nintendo 64 (posteriormente Dreamcast e Gamecube)


TRAILER
 
"The self destruction system has been activaded..repeat"


   Esta com certeza é mais uma análise para a seção “jogos que marcaram minha infância” e sem exageros, é a análise de um dos melhores títulos do imortal Playstation.
   Todos sabemos [ou deveríamos saber] que a série Resident Evil [criada pelo gênio Shinji Mikami] veio para revolucionar o estilo Survival Horror e até os dias de hoje é referência para o gênero, ao lado de grandes nomes como Silent Hill e Alone in the Dark.
   Com muito sangue e carnificina, Resident Evil 2 mostrou singelas, porém significantes melhorias em relação ao primeiro episódio da franquia [que também é um clássico], tanto na jogabilidade como na parte gráfica e sonora e com certeza é um jogo obrigatório na coleção de qualquer fã do gênero.
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